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	<title>TREES uniandes</title>
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	<description>Pesquisa, ensino e divulgação sobre desigualdades na América Latina.</description>
	<lastBuildDate>Qui, 04 de junho de 2026, 17:25:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cuidar, criar y salir adelante: la desigualdad empieza en la infancia </title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/cuidar-criar-y-salir-adelante-la-desigualdad-empieza-en-la-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angie]]></dc:creator>
		<pubDate>Sexta-feira, 15 de maio de 2026, 15:33:48 UTC</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://trees.uniandes.edu.co/?p=726</guid>

					<description><![CDATA[Será que a desigualdade começa antes mesmo de podermos decidir sobre nossa própria vida? No segundo episódio de El juego de la vida, o videopodcast da TREES e o documentário dirigido por Andrés Ruiz Zuluaga, conversamos sobre maternidade, cuidados, gravidez na adolescência e as desigualdades que começam a marcar a vida desde a primeira infância. Juntos […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><picture fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-727"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Miniatura-Youtube.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Miniatura-Youtube.png.webp"/><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Miniatura-Youtube.png" alt="" class="wp-image-727"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade começa antes de podermos decidir sobre nossas próprias vidas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">No segundo episódio de <em>O jogo da vida</em>, No videopodcast e documentário TREES, dirigido por Andrés Ruiz Zuluaga, falamos sobre maternidade, cuidados, gravidez na adolescência e as desigualdades que começam a marcar a vida desde a infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juntamente com Raquel Bernal, reitora da Universidad de los Andes e especialista em primeira infância, e Andrés Moya, diretor da <em>Sementes do apego</em>, Leopoldo Fergusson, codiretor da TREES, e Andrés Ruiz Zuluaga refletem sobre as mulheres que sustentam famílias inteiras, o ônus invisível do cuidado e como as oportunidades - ou a ausência delas - começam a moldar o futuro desde os primeiros anos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das histórias de <em>O jogo da vida</em>, Este episódio explora como as desigualdades sociais afetam a maternidade e a paternidade: desde a gravidez na adolescência e a ausência de redes de apoio até as barreiras econômicas, emocionais e culturais que milhões de mulheres enfrentam para cuidar dos filhos e lidar com eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa também aborda o papel dos primeiros anos no desenvolvimento das crianças, como as primeiras experiências afetam o futuro e por que a primeira infância também tem a ver com pobreza, gênero, violência e mobilidade social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Neste episódio</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por que a desigualdade começa desde os primeiros anos de vida?</li>



<li>Maternidade, cuidados e pobreza na Colômbia</li>



<li>Gravidez na adolescência e armadilhas da desigualdade</li>



<li>Mulheres que sustentam famílias inteiras</li>



<li>O que acontece quando a criação dos filhos depende quase que exclusivamente das mães?</li>



<li>Primeira infância, violência e chances de vida</li>



<li>Como as experiências de 0 a 6 anos de idade moldam o futuro</li>



<li>As histórias por trás dos dados de desigualdade</li>



<li>A carga invisível de cuidados e as lacunas de gênero</li>



<li>O que teria de mudar para crescer em um país mais equitativo?</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Assista ou ouça o episódio completo</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLI8Gai4OJDQPCM8FCTYI_kRCG79CSqF6T">YouTube</a></li>



<li><a href="https://open.spotify.com/show/3xqsnssV4tkXHmdCy8WBKr">Spotify</a></li>



<li><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/el-juego-de-la-vida/id1896663884">Podcasts da Apple</a></li>



<li><a href="https://www.spreaker.com/podcast/el-juego-de-la-vida--7014390">Spreaker</a></li>



<li><a href="https://music.amazon.com/podcasts/40637fee-814d-4bb8-8d51-88a5c414d30a">Amazon Music</a></li>



<li><a href="https://www.deezer.com/show/1003017211">Deezer</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Novos episódios em breve.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuando no todos cuentan igual: ¿Por qué la desigualdad no está solo en la chequera?</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/cuando-no-todos-cuentan-igual-por-que-la-desigualdad-no-esta-solo-en-la-chequera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angie]]></dc:creator>
		<pubDate>Ter, 12 de maio de 2026, 16:05:58 UTC</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Inicio]]></category>
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					<description><![CDATA[A desigualdade não se reflete apenas na renda. Ela também se manifesta na forma como somos valorizados, percebidos e ouvidos. Nesta masterclass, Leopoldo Fergusson, professor titular da Faculdade de Economia da Universidade dos Andes e cofundador da TREES, argumenta que a igualdade mais essencial, aquela que importa mais do que a desigualdade de oportunidades […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><picture decoding="async" class="wp-image-837"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/MasterClass-Leopoldo.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/MasterClass-Leopoldo.png.webp"/><img decoding="async" width="1280" height="720" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/MasterClass-Leopoldo.png" alt="" class="wp-image-837"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade não se reflete apenas na renda. Ela também aparece na forma como somos valorizados, percebidos e ouvidos. Nesta masterclass, Leopoldo Fergusson, professor sênior da Faculdade de Economia da Universidad de los Andes e cofundador da TREES, argumenta que a igualdade mais essencial, aquela que importa mais do que a desigualdade de oportunidades ou resultados, é a de ser tratado com igual consideração como membro de uma comunidade política. Usando exemplos cotidianos e resultados de pesquisas, ele discute as expressões desse tipo de desigualdade na Colômbia, suas raízes históricas e culturais e as oportunidades que temos para superá-la. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão foi apresentada por Jhon Quinchua e fez parte do <a href="https://www.icesi.edu.co/festival-pensar-en-voz-alta-de-la-universidad-icesi/?utm_source=chatgpt.com"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-rojo-color">Thinking Out Loud, o Festival Universitário Icesi</mark></a>, O evento, que reuniu conversas abertas sobre o futuro da democracia, as desigualdades que permeiam a sociedade e o impacto da inteligência artificial.</p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-3e41869c wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-rojo-background-color has-background wp-element-button" href="https://www.youtube.com/live/o3I0EVXysUY?si=XOBIZpMWbZEMJ6jM&amp;t=658">Veja a masterclass completa</a></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title> I TREES – EGAP Small Grants: Request for Letter of Inquiry </title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/convocatoria/i-trees-egap-small-grants/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angie]]></dc:creator>
		<pubDate>Seg, 11 de maio de 2026, 22:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convocatoria]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Inicio]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://trees.uniandes.edu.co/?p=659</guid>

					<description><![CDATA[O TREES (Teaching and Researching Equitable Economics from the South), uma iniciativa do Centro de Estudos sobre Desenvolvimento Econômico (CEDE) da Universidade dos Andes, financiada pela Fundação Ford e pelo EGAP (Evidence in Governance &amp; Politics) Latin American Hub, estão buscando projetos de pesquisa em estágio avançado que visem compreender as causas e consequências da desigualdade, em sentido amplo.  Esta chamada está aberta a pesquisadores sediados na América Latina com projetos de pesquisa em estágio avançado […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><picture decoding="async" class="wp-image-669"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Captura-de-pantalla-2026-05-12-a-las-5.24.34-p.m-scaled.png.avif 1920w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Captura-de-pantalla-2026-05-12-a-las-5.24.34-p.m-scaled.png.webp 1920w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px"/><img decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-05-12-a-las-5.24.34-p.m-scaled.png" alt="I TREES – EGAP Small Grants " class="wp-image-669" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-05-12-a-las-5.24.34-p.m-scaled.png 1920w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-05-12-a-las-5.24.34-p.m-1536x864.png 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A TREES (Teaching and Researching Equitable Economics from the South), uma iniciativa do Centro de Estudos sobre Desenvolvimento Econômico (CEDE) da Universidad de los Andes, financiada pela Fundação Ford, e o EGAP (Evidence in Governance &amp; Politics) Latin American Hub, estão buscando projetos de pesquisa de estágio avançado com o objetivo de entender as causas e as consequências da desigualdade, definida de forma ampla.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta chamada está aberta a pesquisadores sediados na América Latina com projetos de pesquisa em estágio avançado que buscam feedback de colegas e apoio para finalizar seu trabalho. Os projetos selecionados receberão até US$ 5.000 cada.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos abertos a pesquisas que contemplem aspectos não econômicos da desigualdade. Estudos empíricos e contribuições para a medição, a conceituação e a historicização da desigualdade são bem-vindos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-a20f4e2aa734d029850e8a29775ced27 wp-block-paragraph"><strong>Alguns tópicos de referência não abrangentes podem ser:&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segregação social de acordo com a renda.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>As implicações econômicas e culturais da segregação.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres na economia do sul global.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diversidade cultural, racial e de gênero.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Justiça ambiental.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Interações sociais: Migração.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estereótipos e discriminação.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desigualdade e segregação no mercado de trabalho.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ensinar a desigualdade de diferentes áreas do conhecimento.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Questões fiscais e desigualdade.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regras formais e informais, normas e desigualdade.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cidadãos e o Estado.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ensinar alunos com características diferentes.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Incentivamos pesquisas rigorosas e intelectualmente ambiciosas e aceitamos propostas de várias perspectivas disciplinares e metodológicas, tanto nacionais quanto internacionais.&nbsp;</p>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-35563f7724ae2db585c7349f30f4bc50 wp-block-paragraph"><strong>Elegibilidade e processo de seleção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se qualificar para o subsídio, o candidato principal deve ser um Pesquisador Principal (PI) vinculado a uma organização ou instituição sem fins lucrativos legalmente estabelecida em qualquer Estado da América Latina ou do Caribe (instituição anfitriã). A instituição anfitriã está disposta a atuar como organização administradora se o subsídio for concedido.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o contrato de subsídio for concedido, o PI se tornará o coordenador. O coordenador é o único interlocutor entre a instituição anfitriã e o TREES.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PI líder pode enviar mais de uma Carta de Intenção, mas não pode receber mais de um subsídio.&nbsp;</p>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-a51f62b8354c82e784a7dee71ddb1554 wp-block-paragraph"><strong>O processo de seleção consiste em duas etapas</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Na primeira etapa, as inscrições enviadas serão analisadas e selecionadas para participar de um workshop de revisão por pares.&nbsp;</li>



<li>Na segunda etapa, os participantes selecionados apresentarão seus trabalhos durante o workshop de revisão por pares, no qual um comitê de seleção identificará o(s) melhor(es) artigo(s) com base nos seguintes critérios: rigor acadêmico; viabilidade, entendida como a capacidade do projeto de ser realisticamente concluído dentro do prazo proposto e com o apoio financeiro disponível; e a contribuição da pesquisa para uma compreensão mais ampla das causas e consequências da desigualdade.&nbsp;</li>
</ol>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-17841ed2f35777652fa41a080823932c wp-block-paragraph"><strong>Detalhes do aplicativo</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preencha o&nbsp;<a href="https://forms.gle/2tsDU2AyJ57zDn966" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Formulário de carta de consulta</strong></a>&nbsp;para manifestar interesse no TREES Research Grant Fund. O mais tardar até&nbsp;<strong>24 de junho de 2026, às 23h59, horário de Bogotá (UTC -5)&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As perguntas podem ser enviadas por e-mail até<strong>&nbsp;24 de maio de 2026,&nbsp;</strong>para o endereço abaixo:&nbsp;</p>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color wp-elements-7bc05c77159abcd3f79f075d40f238d0 wp-block-paragraph"><strong>trees@uniandes.edu.co&nbsp;</strong></p>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-3c3af5410e6726c526a1b7588e1970a8 wp-block-paragraph"><strong>Notas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Devido ao grande volume de inscrições, infelizmente não podemos garantir feedback sobre todas as propostas recebidas em nenhuma etapa do processo de seleção.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para incluir toda a América Latina e o Caribe, esta chamada, os documentos a serem entregues, os resultados e os eventos associados serão em inglês.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os subsídios são concedidos à instituição anfitriã com o compromisso explícito de que essa instituição ofereça condições adequadas para que o pesquisador principal e sua equipe dirijam a pesquisa e gerenciem o financiamento durante a duração do projeto. Quando a instituição anfitriã se compromete a fornecer as condições adequadas para o desenvolvimento da pesquisa e a gestão dos fundos, espera-se que as tarefas administrativas ou os custos indiretos sejam uma participação nos custos da instituição anfitriã.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O subsídio não pode ser concedido diretamente a indivíduos.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A propriedade intelectual permanecerá com os PIs, mas eles concedem direitos de divulgação à Uniandes e à Fundação Ford.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Qualquer alteração relevante na proposta ou na equipe deverá ser enviada para trees@uniandes.edu.co e estará sujeita a aprovação.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-8443277d82c916b930dd143111de9ea3 wp-block-paragraph"><strong>Critérios e processo de avaliação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O comitê de seleção é composto pelos três pesquisadores principais do TREES. Se os tópicos apresentados justificarem, avaliadores externos poderão ser convidados. Em cada etapa do processo de seleção, as propostas são submetidas a avaliações independentes por um mínimo de dois pesquisadores principais. Após essa avaliação inicial por pelo menos dois pesquisadores principais, as propostas são discutidas pelo comitê de seleção em geral, e aquelas que obtiverem maior consenso serão financiadas (total ou parcialmente).&nbsp;</p>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-m-font-size wp-elements-8e324f58d5f1064df1db1e8e597f2080 wp-block-paragraph"><strong>Critérios de avaliação da proposta de pesquisa:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Clareza e relevância do problema de pesquisa. </strong> </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Declaração do problema:</strong>&nbsp;A proposta deve articular claramente o problema de pesquisa, garantindo que ele esteja diretamente ligado a questões de desigualdade.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pergunta, objetivos e justificativa:</strong>&nbsp;A proposta deve especificar a questão da pesquisa, delinear os objetivos e justificar a importância da pesquisa de forma clara e concisa.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Relevância e novidade da contribuição:</strong>&nbsp;A proposta deve destacar como a pesquisa contribui com novas percepções ou abordagens para o campo, enfatizando tanto a relevância quanto a inovação.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Projeto metodológico</strong>.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Adequação da metodologia:</strong>&nbsp;A proposta deve demonstrar que a metodologia escolhida é adequada e robusta o suficiente para abordar o problema de pesquisa de forma eficaz.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Viabilidade e recursos</strong>.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Proposta realista:</strong>&nbsp;A proposta deve avaliar sua viabilidade, considerando os recursos disponíveis e o prazo.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Disponibilidade de dados e recursos:</strong>&nbsp;Ele deve confirmar que os dados e os recursos essenciais podem ser adquiridos dentro do orçamento proposto e das restrições de tempo.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Clareza na escrita</strong>.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Qualidade da escrita:</strong>&nbsp;A proposta deve ser redigida com clareza, tornando-a acessível e compreensível para os revisores, sem sacrificar a profundidade ou a complexidade.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="has-rojo-color has-text-color has-link-color has-l-font-size wp-elements-3a684d2eb88ba20cbf248b3fa611fb82 wp-block-paragraph"><strong>Prazos de inscrição</strong>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table has-m-font-size"><table class="has-blanco-hueso-background-color has-background has-fixed-layout" style="border-width:1px"><tbody><tr><td><strong>Entrega</strong>&nbsp;</td><td><strong>Data</strong>&nbsp;</td></tr><tr><td>Data de abertura da Carta de Inquérito&nbsp;</td><td>11 de maio de 2026&nbsp;</td></tr><tr><td>Data de encerramento da Carta de Intenção&nbsp;</td><td>24 de junho de 2026&nbsp;</td></tr><tr><td>Notificação de aceitação do workshop&nbsp;</td><td>30 de julho de 2026&nbsp;</td></tr><tr><td>Oficina&nbsp;</td><td>Setembro de 2026&nbsp;</td></tr><tr><td>&nbsp;Concessão de subsídios e notificação aos candidatos aprovados&nbsp;</td><td>20 de setembro de 2026&nbsp;</td></tr><tr><td>Formalização da concessão do subsídio, entrega da fatura para a primeira transferência do orçamento aprovado.&nbsp;&nbsp;</td><td>15 de novembro de 2026&nbsp;</td></tr><tr><td>Documento final Apresentação e um relatório de contabilidade financeira, em COP, que inclua uma declaração do diretor financeiro responsável da organização anfitriã certificando a precisão do relatório. Esse relatório deve cobrir as despesas de 100% do orçamento. Se, no final do período, todo o orçamento não tiver sido executado, o saldo será devolvido de acordo com as disposições do contrato.&nbsp;</td><td>30 de maio de 2027&nbsp;</td></tr></tbody></table></figure>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-3e41869c wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-rojo-background-color has-background has-text-align-center wp-element-button" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJusfPyTv_mxq0C2G_cs1aiHGz_6YhIMZICNuENma07Yt3hQ/viewform" style="border-top-left-radius:42px;border-top-right-radius:42px;border-bottom-left-radius:42px;border-bottom-right-radius:42px"><strong>Formulário de carta de consulta</strong>&nbsp;</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>El juego de la vida: un videopodcast para conversar sobre desigualdad, movilidad social y Colombia</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/el-juego-de-la-vida-un-videopodcast-para-conversar-sobre-desigualdad-movilidad-social-y-colombia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jefferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Quarta-feira, 6 de maio de 2026, 17:27:03 UTC</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Inicio]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://trees.uniandes.edu.co/?p=630</guid>

					<description><![CDATA[O que realmente determina as oportunidades que temos na vida? Como o lugar onde nascemos, os relacionamentos que construímos e as barreiras invisíveis que enfrentamos influenciam nossas trajetórias? A partir do filme O Jogo da Vida*, a TREES e seu diretor, Andrés Ruiz, lançam um novo videopodcast que abre discussões sobre desigualdade, mobilidade […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-858"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Miniatura-web-Podcast-2-1.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Miniatura-web-Podcast-2-1.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Miniatura-web-Podcast-2-1.png" alt="" class="wp-image-858"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O que realmente determina as oportunidades que temos na vida? Como o local onde nascemos, os relacionamentos que construímos e as barreiras invisíveis que enfrentamos influenciam nossas trajetórias?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do filme <em>O jogo da vida</em>*, a TREES e seu diretor, Andrés Ruiz, lançam um novo podcast em vídeo que abre conversas sobre desigualdade, mobilidade social, primeira infância, classismo, educação, privilégio e território na Colômbia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cada episódio, Leopoldo Fergusson - Professor de Economia e codiretor do TREES - e Andrés Ruiz - Diretor de Comunicações da Uniandes - conversam com pesquisadores, professores e protagonistas de diferentes experiências de vida para explorar como as desigualdades atravessam a vida cotidiana e moldam as possibilidades das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O podcast tem como ponto de partida as histórias reais retratadas no documentário <em>O jogo da vida</em>, um filme construído ao longo de 14 anos que acompanha a vida de famílias colombianas em diferentes partes do país. A partir dessas histórias, as conversas conectam experiências pessoais, pesquisas e filmes para refletir sobre as múltiplas dimensões da desigualdade e as maneiras pelas quais elas afetam a vida de milhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O videopodcast de <em>O jogo da vida</em> busca criar um espaço para pensar sobre o país a partir de diferentes perspectivas e abrir conversas que muitas vezes permanecem fora do debate público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em>O filme é baseado na pesquisa do <a href="https://datoscede.uniandes.edu.co/elca/" data-type="link" data-id="https://datoscede.uniandes.edu.co/elca/">Pesquisa Longitudinal da Colômbia (ELCA)</a> da Faculdade de Economia da Universidad de los Andes. A ELCA acompanhou 10.000 famílias por mais de uma década para entender melhor a dinâmica da pobreza e da desigualdade na Colômbia.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">🎧 Assistir ou ouvir <em>O jogo da vida</em> <em>videopodcast</em> em todas as plataformas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://youtu.be/3i76Ow2Nw4E?si=V2a6B_lSP38xZ75E" data-type="link" data-id="https://youtu.be/3i76Ow2Nw4E?si=V2a6B_lSP38xZ75E">YouTube</a></li>



<li><a href="https://open.spotify.com/show/3xqsnssV4tkXHmdCy8WBKr" data-type="link" data-id="https://open.spotify.com/show/3xqsnssV4tkXHmdCy8WBKr">Spotify</a></li>



<li><a href="https://www.spreaker.com/episode/por-que-en-colombia-el-origen-sigue-definiendo-el-destino--71893610">Spreaker</a></li>



<li><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/el-juego-de-la-vida/id1896663884">Podcasts da Apple</a></li>



<li><a href="https://music.amazon.com/podcasts/40637fee-814d-4bb8-8d51-88a5c414d30a">Amazon Music</a></li>



<li><a href="https://www.deezer.com/show/1003017211">Deezer</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Novos episódios em breve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fuimos anfitriones de la segunda Political Economy of the Global South Conference (PEGS) en Bogotá </title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/fuimos-anfitriones-de-la-segunda-political-economy-of-the-global-south-conference-pegs-en-bogota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jefferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Ter, 17 de março de 2026, 16:13:15 UTC</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Inicio]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://trees.uniandes.edu.co/?p=553</guid>

					<description><![CDATA[Nos dias 16 e 17 de março, realizamos a segunda edição da Conferência sobre Economia Política do Sul Global (PEGS) na Universidade dos Andes.   O encontro reuniu acadêmicos e especialistas internacionais em sessões sobre extrativismo, desigualdade, informalidade, fragmentação global e comércio internacional, bem como em discussões sobre novas formas de cooperação diante dos desafios da transição ecológica e do desenvolvimento […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 16 e 17 de março, realizamos a segunda edição do&nbsp;<em>Conferência sobre Economia Política do Sul Global (PEGS)</em>&nbsp;na Universidade dos Andes.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><picture loading="lazy" decoding="async" data-id="554" class="wp-image-554"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m.png.avif 1617w" sizes="(max-width: 1617px) 100vw, 1617px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m.png.webp 1617w" sizes="(max-width: 1617px) 100vw, 1617px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1617" height="1080" data-id="554" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m.png" alt="" class="wp-image-554" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m.png 1617w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m-768x513.png 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m-1536x1026.png 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Captura-de-pantalla-2026-04-27-a-las-11.05.41-a.m-18x12.png 18w" sizes="(max-width: 1617px) 100vw, 1617px"/></picture><figcaption class="wp-element-caption">Na foto, os participantes da conferência e os membros da Rede de Economias Políticas Emergentes (EPE).</figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro reuniu acadêmicos e especialistas internacionais em sessões sobre extrativismo, desigualdade, informalidade, fragmentação global e comércio internacional, bem como em discussões sobre novas formas de cooperação diante dos desafios da transição ecológica e do desenvolvimento sustentável.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas sessões buscaram responder a uma pergunta fundamental que, como disse Jimena Hurtado, Vice-Reitora de Pesquisa e Criação da Universidad de los Andes e cofundadora do TREES: “Como podemos entender uma economia que não funciona para todos, em países onde a desigualdade não é um número, mas uma realidade diária?.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" data-id="557" class="wp-image-557"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC08147.jpg.avif 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC08147.jpg.webp 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1620" height="1080" data-id="557" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08147.jpg" alt="" class="wp-image-557" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08147.jpg 1620w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08147-768x512.jpg 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08147-1536x1024.jpg 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08147-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/></picture><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Jimena Hurtado, Vice-Reitora de Pesquisa e Criação da Universidad de los Andes e cofundadora do TREES, fazendo o discurso de abertura na palestra do PEGS 2026.</strong></em></figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa perspectiva, a conferência também buscou gerar intercâmbios entre países do sul global que compartilham histórias de violência e a busca de formas de transformá-las, com um potencial que vai além do diálogo acadêmico. Nas palavras de Hurtado, esse tipo de espaço permite a construção de colaborações que conectam o conhecimento com processos históricos, institucionais e sociais concretos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A palestra principal foi proferida por Julieta Lemaitre, magistrada da Jurisdição Especial para a Paz (JEP), cuja carreira incorpora exatamente esse cruzamento entre a academia e as instituições. Sua intervenção abordou a relação entre cidadania e Estado, as formas pelas quais as comunidades constroem soluções em contextos de ausência do Estado e o papel da justiça em cenários pós-conflito, mostrando como as instituições podem tanto reproduzir quanto transformar as desigualdades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abaixo está uma publicação ilustrada que resume a palestra principal de Lemaitre, ‘Rebuilding’ (Reconstrução).</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/p/DXrsOnljnpO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ver publicação no Instagram</a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" data-id="562" class="wp-image-562"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC08175.jpg.avif 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC08175.jpg.webp 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1620" height="1080" data-id="562" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08175.jpg" alt="" class="wp-image-562" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08175.jpg 1620w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08175-768x512.jpg 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08175-1536x1024.jpg 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08175-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/></picture><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Julieta Lemaitre, magistrada da Jurisdição Especial para a Paz (JEP), durante sua palestra principal ‘Reconstrução’ no PEGS 2026.</em></strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o PEGS se vê como um processo mais amplo de diálogo entre países do sul global, que reconhece tanto suas diferenças quanto a existência de desafios estruturais compartilhados, incluindo desigualdades. Ele faz isso articulando o trabalho de centros ou iniciativas como o TREES na Colômbia, o&nbsp;<em>Centro de Imaginação Crítica</em>&nbsp;(Cebrap) no Brasil, o Programa de Economia Aplicada do El Colegio de México,&nbsp;<em>Caminhos para além do neoliberalismo</em>&nbsp;no&nbsp;<em>Universidade Americana&nbsp;</em>no Egito,<em> e o Southern Centre for Inequality Studies&nbsp;</em>na Wits University, na África do Sul, que estão colaborando com o&nbsp;<em>Rede de Economias Políticas Emergentes (EPE)</em>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte desse esforço para articular uma rede de países que compartilham realidades semelhantes, a conferência também reflete o compromisso de ampliar o conhecimento sobre esses contextos. Nas palavras de Hurtado, o objetivo é construir agendas que não sejam “receptoras de estruturas desenvolvidas em outros contextos, mas interlocutoras com suas próprias vozes e perguntas”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, vários dos painéis destacaram a necessidade de revisar as estruturas a partir das quais os problemas do sul global são compreendidos. “É importante ter uma perspectiva do sul global para uma economia global. Às vezes, pensamos a partir de uma perspectiva que não condiz com o modo de vida das pessoas nesses países”, disse Pierre Nguimkeu, professor de economia da Universidade da África do Sul.&nbsp;<em>Universidade Estadual da Geórgia</em>&nbsp;e diretor da Iniciativa de Crescimento da África na Brookings Institution.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo desse tipo de discussão foi a sessão sobre desigualdade, conduzida por Leopoldo Fergusson, professor da Faculdade de Economia da Universidad de los Andes e cofundador do TREES, com a participação de Rodrigo Uprimny, pesquisador sênior da Dejusticia e professor da Universidad Nacional de Colombia, e Raymundo Campos e Aurora Ramírez Álvarez, professores do El Colegio de México.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram discutidas as diferentes dimensões das lacunas estruturais na região e os desafios de abordá-las a partir de enfoques interdisciplinares. Conforme apontado por Uprimny, há uma desconexão entre o campo dos direitos humanos e a análise da desigualdade: embora as estruturas normativas tenham progredido no combate à discriminação entre grupos, “quando se entra no campo da desigualdade social e econômica, o movimento dos direitos humanos é, em certo sentido, silencioso”. Nesse sentido, ele enfatizou a necessidade de conectar os direitos mais diretamente à dinâmica da desigualdade, não apenas como um problema teórico, mas também como um problema prático.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" data-id="563" class="wp-image-563"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC07984.jpg.avif 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC07984.jpg.webp 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1620" height="1080" data-id="563" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07984.jpg" alt="" class="wp-image-563" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07984.jpg 1620w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07984-768x512.jpg 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07984-1536x1024.jpg 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07984-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/></picture><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Na foto, da esquerda para a direita: Leopoldo Fergusson, professor da Faculdade de Economia Uniandes e codiretor do TREES; Raymundo Campos e Aurora Ramírez Álvarez, professores do El Colegio de México.</strong></em>;<strong><em> e Rodrigo Uprimny, pesquisador sênior da Dejusticia e professor da Universidade Nacional da Colômbia.</em></strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A esse respeito, Fergusson enfatizou que a desigualdade não se limita às diferenças de renda, mas produz formas mais profundas de separação social: “pessoas com diferentes níveis de renda vivem tão distantes umas das outras que acabam sendo culturalmente distintas, como se fossem grupos diferentes”. Nesse sentido, ele enfatizou que um dos principais desafios é pensar sobre essas lacunas não apenas em termos de distribuição, mas também em termos de direitos e do que significa ter uma posição igualitária na sociedade, especialmente em contextos como os da América Latina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informalidade no trabalho foi outro dos temas centrais da reunião. Laura Alfers, coordenadora internacional da WIEGO, levantou a discussão de acordo com a ideia de que as estruturas não correspondem às realidades dos países do sul: “60% dos trabalhadores estão em empregos informais, algo que pode aumentar com a mudança tecnológica. Nossas instituições trabalhistas ainda são orientadas por uma ideia importada do norte global, desenvolvida nas décadas de 1940 e 1950 para mercados de trabalho que não existem no sul”.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das sessões acadêmicas, a conferência incluiu um workshop de pesquisa, uma sessão de ensino e espaços estratégicos para a articulação entre centros do sul global que fazem parte do&nbsp;<em>Rede de Economias Políticas Emergentes</em>, Essas reuniões tiveram como objetivo fortalecer as agendas conjuntas de pesquisa, ensino e disseminação. Essas reuniões contribuíram para a consolidação de uma rede sul-sul para promover essas vozes e questões.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" data-id="584" class="wp-image-584"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC07741.jpg.avif 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC07741.jpg.webp 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1620" height="1080" data-id="584" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07741.jpg" alt="" class="wp-image-584" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07741.jpg 1620w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07741-768x512.jpg 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07741-1536x1024.jpg 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC07741-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/></picture><figcaption class="wp-element-caption">Ruth Castel Branco, Wits University, durante o workshop de pesquisa.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><picture loading="lazy" decoding="async" data-id="583" class="wp-image-583"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC08579.jpg.avif 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/DSC08579.jpg.webp 1620w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1620" height="1080" data-id="583" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08579.jpg" alt="" class="wp-image-583" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08579.jpg 1620w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08579-768x512.jpg 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08579-1536x1024.jpg 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/DSC08579-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 1620px) 100vw, 1620px"/></picture><figcaption class="wp-element-caption"> Paula Jaramillo, codiretora do TREES, durante a sessão de ensino. </figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante todo o evento, foi destacada a persistência de lacunas estruturais que se sobrepõem e se reforçam mutuamente, muitas das quais passam despercebidas porque tendemos a olhar para os mesmos lugares. Nesse contexto, a conferência destacou a necessidade de ampliar a abordagem analítica. Nas palavras de Hurtado: “ampliar o olhar, olhar para onde normalmente não olhamos e aceitar que a ausência no registro [evidências ou dados] não significa ausência na realidade”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://youtube.com/shorts/K500xGkMcuA?si=waVxJLDKil1yHzEG">Assista ao vídeo com o resumo do evento.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Second Political Economy of the Global South (PEGS) Conference</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/evento/second-political-economy-of-the-global-south-pegs-conference/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jefferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Seg, 16 de fevereiro de 2026, 17:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://treespre.uniandes.edu.co/?p=462</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Informe de gestión 2023-2025</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/informe-de-gestion-2023-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angie]]></dc:creator>
		<pubDate>Seg, 16 de fevereiro de 2026, 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Inicio]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://trees.uniandes.edu.co/?p=683</guid>

					<description><![CDATA[Transformar a realidade exige mudar as ideias que a sustentam. Por isso, na TREES, trabalhamos para compreender e transformar as desigualdades com base em conhecimento rigoroso. Neste relatório, compartilhamos o que realizamos entre 2023 e 2025 em nossas três áreas de atuação: Pesquisa, Ensino e Divulgação. Aqui você encontrará nossas principais conquistas, aprendizados e desafios. Para […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://drive.google.com/file/d/1ufS5jgW3qahyh6xuindWjbZUC0R9wzHn/view"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-687"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Informe-de-gestión-2023-2025.png.avif 1672w" sizes="(max-width: 1672px) 100vw, 1672px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Informe-de-gestión-2023-2025.png.webp 1672w" sizes="(max-width: 1672px) 100vw, 1672px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1672" height="941" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Informe-de-gestión-2023-2025.png" alt="" class="wp-image-687" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Informe-de-gestión-2023-2025.png 1672w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Informe-de-gestión-2023-2025-1536x864.png 1536w" sizes="(max-width: 1672px) 100vw, 1672px"/></picture></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para transformar a realidade, é necessário mudar as ideias que a sustentam.</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, em&nbsp;<strong>TREES</strong>&nbsp;trabalhamos para entender e transformar as desigualdades por meio de conhecimento rigoroso. Neste relatório, compartilhamos o que fizemos entre 2023 e 2025 em nossas três áreas de trabalho: Pesquisa, Ensino e Extensão. Aqui você encontrará nossas principais conquistas, aprendizados e desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para visualizar o relatório, clique no botão ou na imagem abaixo.</strong>.</p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-3e41869c wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-rojo-background-color has-background wp-element-button" href="https://drive.google.com/file/d/1ufS5jgW3qahyh6xuindWjbZUC0R9wzHn/view">🇨🇴 <strong>Leia o relatório</strong></a></div>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-rojo-background-color has-background wp-element-button" href="https://drive.google.com/drive/folders/1OUninLAEQh3M7toWE1ZWTuvjhWjltSRr">🇺🇸 <strong>Leia o relatório</strong></a></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reto TREES: investigar junto a las comunidades transforma la manera de entender las desigualdades</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/reto-trees-investigar-junto-a-las-comunidades-transforma-la-manera-de-entender-las-desigualdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Camila]]></dc:creator>
		<pubDate>Seg, 03 de novembro de 2025, 16:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Inicio]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://trees.uniandes.edu.co/?p=778</guid>

					<description><![CDATA[O Desafio TREES: revelando o classismo (2024-2025) reuniu 120 estudantes de graduação e mestrado de diversas disciplinas e de oito departamentos do país em uma experiência imersiva e colaborativa voltada para a elaboração de estratégias destinadas a fortalecer a coesão social. Por meio de metodologias de pesquisa participativa, as equipes exploraram atitudes, percepções e práticas relacionadas a […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O TREES Challenge: Revealing Classism (2024-2025) reuniu 120 alunos de graduação e mestrado de diferentes disciplinas e de oito departamentos do país em uma experiência imersiva e colaborativa com o objetivo de criar estratégias para fortalecer a coesão social. Por meio de metodologias de pesquisa participativa, as equipes exploraram atitudes, percepções e práticas relacionadas ao classismo em contextos cotidianos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-805"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Imagen-reto-trees.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Imagen-reto-trees.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="360" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Imagen-reto-trees.png" alt="" class="wp-image-805"/></picture><figcaption class="wp-element-caption"><em>Reunião final dos participantes do Desafio TREES (2024-2025)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um exercício acadêmico, o desafio abriu um espaço para conectar pesquisa, pensamento crítico e ético e trabalho coletivo. Em vez de ver as comunidades como objetos de estudo, a metodologia de pesquisa participativa promoveu processos de diálogo e cocriação nos quais as pessoas envolvidas puderam refletir sobre as atitudes classistas e como elas reproduzem as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Irma Flores, professora associada da Faculdade de Educação da Universidad de los Andes, uma das principais contribuições dessa abordagem é que ela permite “não apenas levar um tópico como o classismo a uma comunidade, mas também conversar com essa comunidade para ver o que ela entende por classismo”. Sob essa perspectiva, a pesquisa participativa não apenas produz conhecimento, mas também fortalece o tecido social e cria relações mais horizontais entre pesquisadores e comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/reel/DK1_CnTsCxD/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==">Assista ao vídeo e descubra por que a pesquisa participativa foi fundamental para o #RetoTREES</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio foi direcionado especialmente aos alunos em formação, justamente porque esse momento acadêmico pode abrir espaços para a exploração crítica e a criatividade interdisciplinar. Como destaca Paula Jaramillo, líder de ensino do TREES, é “um momento da vida em que eles podem perceber os classismos ao seu redor para tentar não reproduzi-los e também fazer algo a respeito”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio foi desenvolvido em seis fases que orientaram as equipes no projeto e na implementação da pesquisa de ação participativa em seus próprios ambientes. Ao longo do processo, os alunos identificaram e analisaram criticamente atitudes, relacionamentos, percepções e práticas que reproduzem - ou desafiam - a dinâmica do classismo na vida cotidiana. Para as duas edições do Desafio, 2024 e 2025, a última fase culminou em uma reunião presencial na Universidad de los Andes, onde as equipes compartilharam suas descobertas, discutiram suas metodologias e refletiram coletivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de apresentar os resultados, a reunião final permitiu que os alunos conectassem a experiência prática com discussões teóricas, metodológicas e éticas sobre como fazer pesquisas com as comunidades. Como Blas Zubiría Mutis, um mentor da Universidad del Atántico, declarou durante a reunião de 2024, o processo permitiu que os participantes “vivenciassem uma experiência de pesquisa concreta, usando parâmetros estabelecidos pelo TREES e vinculando-os à reflexão teórica, metodológica e epistemológica da pesquisa participativa”. Na primeira edição do Desafio, as equipes da Universidad del Norte, Universidad del Atlántico, El Colegio de México e Universidad de los Andes desenvolveram perguntas de pesquisa, projetaram metodologias e avaliaram, juntamente com as comunidades, se esse tipo de pesquisa era significativo e útil para aqueles que participaram dela.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-806"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Reto-Trees.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/Reto-Trees.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/Reto-Trees.png" alt="" class="wp-image-806"/></picture><figcaption class="wp-element-caption"><em>Entrega de certificados aos participantes do Desafio TREES 2025.</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os projetos desenvolvidos durante o desafio também mostraram como o classismo se manifesta em cenários cotidianos. Uma das equipes da Universidad del Atlántico investigou a dinâmica do classismo e do micro-classismo em Alameda del Río, um projeto de habitação urbana que reúne pessoas de diferentes origens socioeconômicas. Por meio de observação, entrevistas e pesquisas, a equipe identificou como as práticas cotidianas - como secar roupas nas janelas ou a presença de vendedores ambulantes - geram tensões relacionadas ao status social e às percepções de exclusividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou como certos preconceitos, em relação a atividades informais e formas de habitar o espaço, refletem estereótipos e barreiras de classe que geram tensões na convivência. Além de identificar essas dinâmicas, o processo nos permitiu abrir conversas com a comunidade sobre as maneiras pelas quais essas práticas afetam as relações entre vizinhos e a percepção do “outro” dentro do mesmo território. “Por meio de pesquisas e entrevistas, reunimos percepções de exclusividade e preconceito em relação a atividades informais, como a venda ambulante. Esses resultados nos permitirão propor medidas de mitigação e promover a compreensão de atitudes classistas”, explicou Andrés Eduardo Miranda Pacheco, participante do desafio e membro da equipe do #SOMOSUA.</p>



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margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DKIZhYmz23v/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por TREES (@treesuniandes)</a></p></div></blockquote>
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<p class="wp-block-paragraph">O projeto Alameda del Río mostrou como o desafio não só buscava produzir dados sobre o classismo, mas também gerar processos de escuta e reflexão coletiva. Essa mesma lógica foi aplicada em outros projetos do Desafio TREES 2024, como o desenvolvido pela equipe do SINPREJUICIOS, que investigou a dinâmica do classismo em um salão de beleza em Bogotá. Com base em entrevistas e observações, a equipe identificou como as diferenças de classe entre funcionários e clientes produzem atitudes depreciativas em relação aos trabalhadores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Descobrimos que a atenção pessoal, a conversa com o cliente, é considerada um ‘serviço implícito’ que afeta os funcionários menos falantes. Também encontramos xenofobia e preferências de gênero entre os estilistas”, explicou María Fernanda Blanco, participante da equipe do SINPREJUICIOS. Para os membros do projeto, uma das principais lições aprendidas com o desafio foi entender a importância de humanizar as pessoas na pesquisa e não vê-las apenas como dados.<br><br>Além disso, o Desafio funcionou como um espaço para a construção de redes entre estudantes de várias regiões e contextos socioeconômicos, fortalecendo os vínculos e a aprendizagem coletiva. Valentina Gutiérrez, aluna da Universidad de la Sabana, fala sobre o que significou para ela participar do Desafio TREES 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nessa experiência, compreendi a importância de cada disciplina, pois cada uma traz uma perspectiva diferente que enriquece e transforma a maneira como entendemos a realidade. A lição mais importante é que devemos nos desafiar constantemente e questionar quais atitudes ou comportamentos podem estar reproduzindo o classismo, mesmo quando não temos plena consciência disso.”<br><br>Essa reflexão também ressoou na experiência de Verónica Rumaña Moreno, uma estudante da Universidad de los Andes e membro da equipe. <em>Tecido senciente</em>. Para ela, uma das principais lições aprendidas foi entender que o classismo nem sempre se manifesta de forma óbvia. “Os comportamentos discriminatórios não são necessariamente expressos de forma explícita; eles geralmente aparecem em ações sutis que têm um impacto profundo sobre as pessoas”, disse ela.</p>



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<blockquote class="instagram-media"> data-instgrm-permalink=”https://www.instagram.com/p/DCC24D4TTNu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading” data-instgrm-version=”14″ style=” background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0,0,0.5),0 1px 10px 10px 0 rgba(0,0,0,0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);”&gt;<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DCC24D4TTNu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewbox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver esta publicação no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; 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margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DCC24D4TTNu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por TREES (@treesuniandes)</a></p></div></blockquote>
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<p class="wp-block-paragraph">As descobertas das equipes também revelaram um grande desafio: o classismo costuma ser profundamente normalizado nas interações cotidianas, dificultando a identificação, a investigação e até mesmo o nome. É por isso que a metodologia de pesquisa participativa assume maior importância no Desafio TREES, pois abre espaços para ouvir e dialogar, e para que as próprias comunidades nomeiem e identifiquem o classismo em seus ambientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante mais de cinco meses, os alunos não apenas desenvolvem pesquisas sobre diferentes expressões de classismo em seus ambientes imediatos, mas também exploram maneiras concretas de reconhecer e atenuar essas atitudes que criam lacunas de desigualdade na vida cotidiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/reel/DBwhZW9pGgj/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==">Assista aqui à cobertura do TREES 2024 CHALLENGE</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>TREES en la conferencia Whither Meritocracy? del Stone Center</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/blog/trees-en-la-conferencia-whither-meritocracy-del-stone-center/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jefferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sáb, 01 de novembro de 2025, 17:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destacado_Investigación]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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		<item>
		<title>Especial TREES: Mercado laboral colombiano</title>
		<link>https://trees.uniandes.edu.co/pt/especial/mercado-laboral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jefferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sexta-feira, 24 de outubro de 2025, 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[Na América Latina — e especialmente na Colômbia — o mercado de trabalho é caracterizado por altos níveis de informalidade, profundas desigualdades de gênero, origem social, raça e região, e pela exclusão de jovens, migrantes e populações rurais. De acordo com o Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), entre março e maio de 2025, a taxa de informalidade no mercado de trabalho […]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-199"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/especial.png.avif 1920w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/especial.png.webp 1920w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px"/><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://treespre.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/especial.png" alt="" class="wp-image-199" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/especial.png 1920w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/especial-768x432.png 768w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/especial-1536x864.png 1536w, https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/especial-18x10.png 18w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina - e especialmente na Colômbia - o mercado de trabalho é caracterizado por altos níveis de informalidade, profundas desigualdades por gênero, origem social, raça e território, e pela exclusão de jovens, migrantes e populações rurais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), entre março e maio de 2025, o <strong>A taxa de informalidade do trabalho foi de 55,9%</strong>, Isso significa que mais da metade dos trabalhadores não paga contribuições de saúde e previdência. No <strong>centros rurais e populosos dispersos</strong>, Essa proporção é tão alta quanto <strong>83,4%</strong>, Essa é uma evidência de uma divisão territorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é agravado pelas desigualdades de gênero: as mulheres têm maior probabilidade de serem <strong>as mulheres ganham, em média, 5,8% menos do que os homens</strong> por hora trabalhada e enfrentam níveis mais altos de desemprego e informalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que, a partir do TREES, propomos esta edição especial para iniciar uma conversa crítica e diversificada sobre os desafios enfrentados pelo emprego na Colômbia. Em vez de oferecer respostas fechadas, buscamos <strong>problematizando o presente do trabalho e seus possíveis futuros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Colômbia, como aponta Óscar Becerra, pesquisador do Centro de Estudos sobre Desenvolvimento Econômico (CEDE) da Faculdade de Economia da Universidad de los Andes, esses problemas estruturais se traduzem em um mercado de trabalho desigual, no qual mais da metade dos trabalhadores não tem acesso à proteção social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As falhas estruturais do mercado de trabalho colombiano, adverte Becerra, aumentam a pobreza, limitam a produtividade e dificultam a mobilidade social.</strong></p>



<p class="has-blanco-color has-azul-verde-oscuro-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-7885d4d75d2e8313c31ca078ebd86608 wp-block-paragraph">Falar sobre o mercado de trabalho implica reconhecer que o trabalho não apenas organiza a economia, mas também define como as pessoas participam da sociedade, constroem sua identidade e projetam seu futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o <strong>Organização Internacional do Trabalho (OIT, 2019)</strong>, O trabalho decente é essencial para o bem-estar das pessoas e o desenvolvimento sustentável das sociedades“. Entretanto, na Colômbia - como em grande parte da América Latina - o trabalho reflete as desigualdades estruturais que permeiam a vida social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informalidade e desigualdades de gênero, raça, origem social e território</strong> não são fenômenos isolados: eles fazem parte de uma <strong>sistema que historicamente tem distribuído oportunidades, renda e direitos trabalhistas de forma desigual</strong>, A falta de acesso ao emprego decente e à proteção social é um grande obstáculo ao desenvolvimento do mercado de trabalho, reproduzindo lacunas que limitam o acesso ao emprego decente e à proteção social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Óscar Becerra explica que o mercado de trabalho colombiano é um espaço onde “empregos são criados, mas destruídos". Além disso, <strong>A dinâmica das empresas colombianas é a dinâmica das pequenas empresas. Mais de 90% das empresas na Colômbia têm menos de 10 funcionários.</strong>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa característica explica grande parte da fragilidade do sistema: o tamanho das empresas limita a produtividade, a inovação e a capacidade de oferecer empregos formais com proteção social. Nesse contexto, a reforma trabalhista busca equilibrar os direitos dos trabalhadores com a sustentabilidade dos negócios, um desafio que, de acordo com Becerra, continua em aberto.</p>



<p class="has-blanco-color has-azul-verde-oscuro-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-f617e6ba8098159018cf4185160780de wp-block-paragraph">“Essa reforma foi muito voltada para a garantia de direitos, ou seja, para que os trabalhadores que já estão empregados em empregos formais tenham certas garantias adicionais, mas não foi muito focada na tentativa de expandir o número de empregos disponíveis para as pessoas que estão procurando empregos melhores”, diz ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para obter mais informações, convidamos você a assistir a este vídeo, no qual o professor e pesquisador Óscar Becerra e o vice-ministro de Emprego e Pensões, Iván Daniel Jaramillo Jassir, analisam a estrutura do mercado de trabalho colombiano, as políticas públicas para torná-lo mais digno e inclusivo e os desafios impostos pelo trabalho do futuro.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="A reforma trabalhista pode mudar o emprego na Colômbia? Informalidade, desigualdade e o futuro" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ccOH57nDPSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Se você quiser se aprofundar, propomos uma jornada por diferentes abordagens e vozes que lhe permitirão entender melhor os desafios do mercado de trabalho na Colômbia.</p>



<div style="height:1px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Um tour pelo conteúdo do especial</h2>



<div style="height:1px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Capital social no trabalho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina - uma das regiões mais desiguais do mundo, de acordo com a CEPAL (2023) - o acesso a um emprego formal e estável ainda é condicionado por fatores que têm pouco a ver com mérito ou esforço. O local de nascimento, o sobrenome, a educação dos pais ou as redes familiares são tão importantes quanto as qualificações ou habilidades técnicas. Esse conjunto de relacionamentos e vínculos que ampliam as possibilidades de acesso a um emprego melhor é conhecido como capital social e é fundamental para entender a dinâmica do mercado de trabalho.</p>



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  </blockquote>
</div>



<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-355"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-1.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-1.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="932" height="678" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-1.png" alt="" class="wp-image-355"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Esse capital social não apenas influencia quem tem acesso a determinadas oportunidades, mas também como as portas se abrem ou se fecham durante a vida profissional. A socióloga María José Álvarez, professora da Universidad de los Andes, estudou esse fenômeno em profundidade. Sua pesquisa <em>Equilibrar o campo de jogo</em>, apresentado neste filme de pesquisa do TREES, faz uma análise crítica das desigualdades enfrentadas por estudantes universitários de primeira geração ao entrarem no mundo do trabalho.</p>



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<p class="has-blanco-color has-azul-verde-oscuro-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-2731dea4346eab7d6a47767f8276bef6 wp-block-paragraph">O estudo mostra que, mesmo com resultados acadêmicos comparáveis, seus ganhos e oportunidades iniciais são menores do que os de seus colegas mais privilegiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em última análise, a ligação entre melhores empregos e capital social mostra que a desigualdade no mercado de trabalho não começa com a falta de treinamento, mas no exato momento em que as portas do emprego se abrem ou se fecham. Reconhecer isso é o primeiro passo para a criação de políticas e práticas de contratação que não reproduzam os privilégios de origem, mas que ampliem o acesso ao talento e à diversidade de que o país precisa para crescer.</p>



<div style="height:1px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Desigualdades de gênero no mercado de trabalho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na Colômbia, a carga de cuidados que recai sobre as mulheres é responsável por uma grande parte da <strong>emprego e a diferença de renda entre homens e mulheres,</strong> mas continua sendo uma dimensão invisível da política econômica. O tempo gasto com cuidados - para crianças, idosos ou dependentes - ainda é <strong>limita sua participação no mercado de trabalho, sua independência econômica e seu bem-estar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O infográfico <em>“O cuidado não deve custar oportunidades de emprego”.”</em> exploramos como as Manzanas del Cuidado em Bogotá estão contribuindo para a <strong>melhorar a qualidade de vida das mulheres</strong> e para abrir novas oportunidades.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Desde 2020, as Maçãs Carinhosas - uma das iniciativas mais inovadoras da América Latina - atenderam mais de 860.000 mulheres e suas famílias gratuitamente, oferecendo serviços educacionais, de saúde e bem-estar enquanto outra pessoa cuida de seus entes queridos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu compromisso é transformador: <strong>redistribuição do atendimento</strong> para liberar o tempo das mulheres e abrir oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem demonstra que, quando o Estado assume parte do ônus do atendimento, é possível que ele seja responsável por uma parte do atendimento, <strong>o emprego das mulheres cresce e a equidade se torna mais tangível</strong>. Em uma entrevista com <em>El País</em>, <strong>Ana Güezmes</strong>, representante da CEPAL, disse que investir em sistemas de atendimento poderia <strong>aumentar a participação feminina no mercado de trabalho na América Latina em até 12%</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-357"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-2.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-2.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="895" height="235" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-2.png" alt="" class="wp-image-357"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de política demonstra que a promoção da igualdade exige <strong>reconhecimento e redistribuição do trabalho de assistência</strong>, e garantir condições de trabalho que não aprofundem as desigualdades existentes. Entretanto, nem todas as reformas apontam nessa direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Café com TREES, a professora Natalia Ramírez, da Faculdade de Direito da Universidad de los Andes e membro do Projeto Digna, refletiu sobre como <strong>o</strong> <strong>reforma trabalhista de 2025 (Lei 2466),</strong> embora introduza disposições destinadas a melhorar as condições do trabalho doméstico e rural, <strong>pode estar tendo efeitos adversos sobre o emprego das mulheres</strong>.</p>



<p class="has-blanco-color has-azul-verde-oscuro-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-43ac5e3448feadca3320be57234e6999 wp-block-paragraph">“Considere o caso de um empregador que percebe que, ao contratar mulheres, ele terá de oferecer a elas arranjos flexíveis para permitir a compatibilidade das responsabilidades de cuidado. É muito provável que ele recuse a oportunidade de contratar essas mulheres”, diz Ramirez.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-358"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-3.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-3.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="342" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-3.png" alt="" class="wp-image-358"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">As tensões geradas pela reforma mostram que as desigualdades de gênero não são resolvidas apenas por políticas públicas: elas também afetam profundamente a vida de mulheres e homens. <strong>os espaços onde o trabalho é vivenciado diariamente</strong>. E é nesse nível - o das práticas, culturas organizacionais e decisões comerciais - que grande parte do patrimônio está em jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma entrevista para este artigo especial, conversamos com Mía Perdomo, cofundadora da Aequales, uma empresa latino-americana dedicada a promover a igualdade de gênero e a diversidade nas organizações. Sua reflexão mostra como os imaginários sobre quem se encaixa no local de trabalho continuam a reproduzir estruturas de exclusão que limitam a participação plena de mulheres, pessoas diversas e grupos historicamente marginalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também mostra como iniciativas como a <strong>Classificação PAR,</strong> liderados pela Aequales, permitiram que o <strong>centenas de organizações medem suas lacunas de gênero, revisam seus processos e ajustam suas culturas internas para uma maior corresponsabilidade.</strong></p>



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<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-359"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-4.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-4.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="444" height="317" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-4.png" alt="" class="wp-image-359"/></picture></figure>



<div style="height:1px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Jovens em um mercado de trabalho incerto</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na Colômbia, para milhares de jovens, <strong>O trabalho não é mais sinônimo de estabilidade.</strong> Embora o país mostre uma recuperação nos números de emprego, <strong>a maioria dos novos empregos permanece informal,</strong> com baixa renda e sem proteção social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, muitos jovens optam pelo empreendedorismo em vez de aceitar empregos precários. Entretanto, para muitos deles, o empreendedorismo não é uma escolha completa, mas uma saída forçada para a falta de oportunidades formais.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-360"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-5.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-5.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="916" height="160" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-5.png" alt="" class="wp-image-360"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o que acontece quando os jovens entram no mercado de trabalho tradicional?</strong> Beatriz Blanco, colaboradora da Mutante e líder da conversa <a href="https://mutante.org/contenidos/mi-primera-chamba-donde-consigo-un-trabajo-digno/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-rojo-color">“Vamos falar sobre a precariedade dos jovens”.”</mark></a>, Em uma entrevista para esta reportagem especial, ele destacou que o que muitos jovens encontram não é uma oportunidade de crescimento, mas uma experiência de desilusão: estágios não remunerados, empregos fora de sua área profissional ou empregos temporários com condições abusivas.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-361"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-6.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-6.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="905" height="144" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-6.png" alt="" class="wp-image-361"/></picture></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, é essencial abordar as tensões que marcam o início da vida profissional: a dificuldade de acesso a um emprego formal, a pressão para gerar renda imediata e a sensação de que a experiência profissional é construída em detrimento da estabilidade. Neste Vox Pop (parte 1), perguntamos aos jovens sobre as escolhas de carreira que tiveram de fazer.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">As vozes dos jovens mostram que o mercado de trabalho é um cenário cheio de incertezas. A lacuna entre a educação, as expectativas e a realidade do trabalho revela um sistema que não consegue garantir oportunidades justas e estabilidade.</p>



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<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><picture loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-362"><source type="image/avif" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-7.png.avif"/><source type="image/webp" srcset="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/compressx-nextgen/uploads/comentarios-7.png.webp"/><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="296" src="https://trees.uniandes.edu.co/wp-content/uploads/comentarios-7.png" alt="" class="wp-image-362"/></picture></figure>



<div style="height:1px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">De que conversas precisamos para transformar o mercado de trabalho colombiano?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa jornada não tem a intenção de encerrar a discussão, mas de abrir novas questões sobre como trabalhamos hoje e que tipo de trabalho queremos construir para o futuro. As vozes, os dados e as perspectivas reunidos neste relatório especial mostram que o mercado de trabalho na Colômbia é um terreno cheio de nuances, tensões e oportunidades a serem exploradas. É exatamente por isso que precisamos de mais conversas: para entender melhor o que está acontecendo conosco, para questionar o que consideramos garantido e para imaginar, entre muitos, caminhos mais justos e inclusivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na TREES, queremos continuar promovendo esses diálogos e convidamos você a se juntar a nós nas próximas conversas, pois o trabalho de transformação é - e deve ser - um exercício coletivo.</strong></p>



<div style="height:1px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Fontes consultadas no especial:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). (2022). <em>A inclusão trabalhista como chave para o desenvolvimento social inclusivo.</em> CEPAL.</li>



<li>Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). (2023). <em>Panorama Social da América Latina 2023.</em> CEPAL.</li>



<li>Centro de Estudos Distributivos, Trabalhistas e Sociais (CEDLAS) (2022). <em>Desigualdade de renda e mobilidade social na América Latina.</em> Universidade Nacional de La Plata.</li>



<li>Esquivel, V. (2024). <em>Trabalho, gênero e desigualdade: desafios para a equidade na América Latina.</em> Buenos Aires: CLACSO.</li>



<li>Fedesarrollo (2025). <em>Relatório sobre o mercado de trabalho: Emprego informal e proteção social na Colômbia.</em> Fedesarrollo.</li>



<li>Folbre, N. (2012). <em>The Political Economy of Care: Building a More Caring Economy (A economia política do cuidado: construindo uma economia mais cuidadosa).</em> Cambridge Journal of Economics, 36(2), 373-390.</li>



<li>Monitor de Empreendedorismo Global (GEM). (2021). <em>Relatório Global de Empreendedorismo 2021: Colômbia.</em> GEM.</li>



<li>Pesquisa sobre o Espírito Empreendedor dos Estudantes da Universidade Global (GUESSS). (2024). <em>Relatório Colômbia 2024.</em> Projeto GUESSS.</li>



<li>Organização Internacional do Trabalho (OIT). (2019). <em>Trabalho decente e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: um guia para apoiar o diálogo social.</em> OIT.</li>



<li>Organização Internacional do Trabalho (OIT). (2023). <em>Persistent inequalities in Latin American and Caribbean labour markets (Desigualdades persistentes nos mercados de trabalho da América Latina e do Caribe).</em> OIT.</li>



<li>Perdomo, M. (2025). <em>Entrevista para a reportagem especial “Rethinking Work: Inclusion, Inequality and Transformation” (Repensando o trabalho: inclusão, desigualdade e transformação).</em> ÁRVORES.</li>



<li>Ramírez, N. (2025). <em>Café com a Prof. Natalia Ramírez: reflexões sobre a reforma trabalhista de 2025 (Lei 2466).</em> Faculdade de Direito, Universidad de los Andes.</li>



<li>Sen, A. (1999). <em>Desenvolvimento como liberdade.</em> Oxford University Press.</li>



<li>Standing, G. (2011). <em>The Precariat: The New Dangerous Class (O Precariado: A Nova Classe Perigosa).</em> Bloomsbury Academic.</li>



<li>Álvarez, M. J. (2025). <em>Equilibrando o campo de jogo: desigualdade e a primeira geração universitária.</em> Universidad de los Andes / TREES.</li>



<li>Blanco, B. (2025). <em>Vamos falar sobre a precariedade dos jovens.</em> Mutante</li>



<li>Perdomo, M. (2024). <em>Classificação PAR e igualdade de gênero em empresas latino-americanas.</em> Iguais.</li>



<li>Alcaldía Mayor de Bogotá (2024). <em>Apples of Care: Relatório de resultados 2020-2024.</em> Secretaria Distrital da Mulher.</li>



<li>González, C. (2025). <em>Da sala de aula: professores ensinando trabalho e desigualdade.</em> Universidade dos Andes.</li>



<li><strong>Bencomo, Tania Z.</strong> (2008). <em>“O trabalho visto de uma perspectiva social e jurídica”.”</em>. Revista Latinoamericana de Derecho Social, n.º 7 (julho-dezembro), pp. 27-57. Universidade Nacional Autônoma do México.</li>



<li><strong>Becerra, Óscar; Bojanini, Gabriela; Eslava, Marcela; Fernández, Manuel.</strong> (2023). <em>“A reforma trabalhista e as necessidades do mercado de trabalho colombiano”.”</em> <strong>Nota Macroeconômica nº 51</strong>, Faculdade de Economia, Universidad de los Andes.</li>



<li><strong>DANE (2025).</strong> <em>Boletim Técnico GEIH: Mercado de trabalho informal - trimestre janeiro-março de 2025.</em> Bogotá D.C. Disponível em: <a href="https://www.dane.gov.co/files/operaciones/GEIH/bol-GEIHEISS-ene-mar2025.pdf?utm_source=chatgpt.com"></a><a href="https://www.dane.gov.co/files/operaciones/GEIH/bol-GEIHEISS-ene-mar2025.pdf"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-azul-verde-oscuro-color">https://www.dane.gov.co/files/operaciones/GEIH/bol-GEIHEISS-ene-mar2025.pdf</mark></a></li>



<li><strong>The Spectator (2024).</strong> “Emprego informal na Colômbia: mulheres e o campo, os mais afetados”.” <em>O Espectador</em>, 21 de junho de 2024. Disponível em: <a href="https://www.elespectador.com/economia/macroeconomia/informalidad-laboral-en-colombia-las-mujeres-y-el-campo-los-mas-afectados/?utm_source=chatgpt.com"></a><a href="https://www.elespectador.com/economia/macroeconomia/informalidad-laboral-en-colombia-las-mujeres-y-el-campo-los-mas-afectados/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-azul-verde-oscuro-color">https://www.elespectador.com/economia/macroeconomia/informalidad-laboral-en-colombia-las-mujeres-y-el-campo-los-mas-afectados/</mark></a></li>



<li><strong>Organização Internacional do Trabalho - OIT (2024).</strong> <em>Visão Geral do Trabalho 2024: América Latina e Caribe.</em> Genebra: OIT. Disponível em: <a href="https://www.ilo.org/americas/publicaciones/WCMS_904270/lang--es/index.htm"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-azul-verde-oscuro-color">https://www.ilo.org/americas/publicaciones/WCMS_904270/lang&#8211;es/index.htm</mark></a></li>



<li><strong>A República (2025).</strong> “A informalidade do mercado de trabalho ficou em 55,9 % entre março e maio de 2025.” <em>A República</em>, 3 de junho de 2025. Disponível em: <a href="https://www.larepublica.co/economia/la-informalidad-en-el-mercado-laboral-se-ubico-en-55-9-entre-marzo-y-mayo-de-2025-4177084?utm_source=chatgpt.com"></a><a href="https://www.larepublica.co/economia/la-informalidad-en-el-mercado-laboral-se-ubico-en-55-9-entre-marzo-y-mayo-de-2025-4177084"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-azul-verde-oscuro-color">https://www.larepublica.co/economia/la-informalidad-en-el-mercado-laboral-se-ubico-en-55-9-entre-marzo-y-mayo-de-2025-4177084</mark></a></li>



<li><strong>Infobae (2024).</strong> “DANE divulgou dados sobre a informalidade na Colômbia: cada vez mais trabalhadores correm o risco de perder suas aposentadorias”.” <em>Infobae Colômbia</em>, 12 de agosto de 2024. Disponível em: <a href="https://www.infobae.com/colombia/2024/08/12/dane-dio-a-conocer-cifra-de-informalidad-en-colombia-cada-vez-son-mas-los-trabajadores-en-riesgo-de-perder-la-pension/?utm_source=chatgpt.com"></a><a href="https://www.infobae.com/colombia/2024/08/12/dane-dio-a-conocer-cifra-de-informalidad-en-colombia-cada-vez-son-mas-los-trabajadores-en-riesgo-de-perder-la-pension/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-azul-verde-oscuro-color">https://www.infobae.com/colombia/2024/08/12/dane-dio-a-conocer-cifra-de-informalidad-en-colombia-cada-vez-son-mas-los-trabajadores-en-riesgo-de-perder-la-pension/</mark></a></li>
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