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Mês: maio 2025

Desafio TREES: Revelando classismos - 2025

O o classismo é o elefante branco em nossas interações com outras pessoas. Essa forma de discriminação geralmente está oculta nas estruturas sociais e se manifesta na vida cotidiana. Reconhecer e revelar o classismo em nosso ambiente nos permite questionar nossas próprias atitudes e preconceitos, e entender como isso afeta as pessoas de várias maneiras.

Você quer pesquisar o classismo para entender seu escopo e trabalhar em prol de uma sociedade mais justa?

Usando diferentes metodologias de pesquisa participativa, A fim de desenvolver estratégias participativas e colaborativas para abordar atitudes, percepções, relacionamentos ou práticas relacionadas ao classismo, os alunos fortalecer a coesão social em solidariedade.

Os participantes aprenderão a:

  1. Aplicar adequadamente metodologias de pesquisa de ação participativa.
  2. Uso estratégias para cooperar e resolver as tensões decorrentes da ação coletiva.
  3. Identificar e analisar criticamente atitudes, percepções, relacionamentos ou práticas que promovem ou atenuam o classismo.

Esse desafio tem como objetivo:

Estudantes de qualquer disciplina, desde mestrado ou graduação, de quinto semestre ou superior. Cada equipe deve ser composta por cinco alunos maiores de idade e ter um professor universitário para liderar a equipe durante todo o desafio.

O desafio

Ele é dividido em cinco fases que orientam as equipes na elaboração e implementação de um pesquisa participativa em seu ambiente imediato para identificar e analisar criticamente atitudes, percepções, relacionamentos ou práticas que promovem ou atenuam o classismo. Cada equipe trabalhará em coletivamente e com as pessoas que fazem parte do ambiente em que a pesquisa é realizada durante as cinco fases:

  1. No primeiro Nessa fase, as equipes escolherão o ambiente em que pretendem realizar a pesquisa de ação participativa.
  2. No segundo, Os participantes discutirão com as pessoas do ambiente escolhido se desejam se envolver e até que ponto.
  3. No terceiro, Na próxima etapa, as equipes definirão, junto com as pessoas do ambiente escolhido, a questão da pesquisa e os métodos que usarão para resolvê-la.
  4. No quarto, realizará a investigação.
  5. No quinto fase, as equipes sintetizar e consolidar todo o processo de aprendizado em dois produtos.

Durante a quinta fase, haverá uma reunião presencial de todas as equipes na Universidad de los Andes nos seguintes dias 1 e 2 de novembro. Nesse espaço, as equipes compartilharão suas experiências durante o desenvolvimento do desafio e receberão feedback de professores especialistas e outros participantes. Em 2 de novembro cada equipe fará uma apresentação final para um painel de jurados e para as outras equipes.

Haverá masterclasses virtuais sobre metodologias e princípios de pesquisa de ação participativa e sobre conceitos e questões relacionadas ao classismo por professores universitários.

Financiamento

Nesta edição do Desafio TREES: Revelando Classismos, selecionaremos sobre 20 equipes. Cada equipe selecionada receberá $200.000 COP para apoiar os custos diretamente relacionados à condução da pesquisa participativa.

Nós concederemos bolsas de estudo para equipes formadas por estudantes que estudem e residam em cidades fora de Cundinamarca e que tenham realizado suas pesquisas em tempo hábil, cumprindo as datas e os requisitos estabelecidos para cada fase. Essa bolsa cobre os seguintes custos acomodação, o alimentos, em transporte local e o ingressos viagem de ida e volta para participar do reunião presencial em 1 e 2 de novembro na Universidade dos Andes.

Processo de implementação

O processo de inscrição estará aberto entre 13 de maio e 20 de junho de 2025. O sexta-feira, 4 de julho Anunciaremos quais equipes foram selecionadas para participar do desafio.

As equipes que atenderem aos requisitos e concluírem todas as atividades do processo receberão um certificado de participação emitido pela Departamento de Educação Continuada da Universidad de los Andes.

Para se inscrever no desafio, as equipes já formadas devem preencher o formulário Formulário de inscrição, anexar o Proposta para mentores acompanhantes e o Carta de motivação.

As equipes serão avaliadas por um painel de jurados da iniciativa TREES, de acordo com os critérios de avaliação da Proposta de Acompanhamento e da Carta de Motivação.

Compromissos e responsabilidades

As equipes selecionadas para participar do desafio devem assinar e preencher o Termo de Compromisso. Os alunos devem dispor de uma média de duas horas por semana para o desenvolvimento da pesquisa.

Propriedade intelectual

As pessoas que participarão do desafio e da pesquisa participativa serão coautores ou coproprietários dos documentos, apresentações, conclusões e resultados produzidos. A equipe do TREES fornecerá suporte para alcance de alguns deles e dar visibilidade aos autores que participaram de sua criação.

Conforme declarado no Contrato de Compromisso, os indivíduos que participam do desafio e da pesquisa participativa devem fornecer permissão para uso e divulgação à Fundação Ford e à Universidad de los Andes.


Consulte as diretrizes gerais para redigir a carta de motivação da equipe de alunos e o plano de orientação do professor orientador a ser carregado em formato PDF nas seções correspondentes: GeneralGuidelines.pdf

Se você tiver mais perguntas, por favor Não hesite em entrar em contato conosco pelo e-mail [email protected]

Notas sobre a sociedade coesa

«Quando temos uma sociedade segregada educacionalmente, também temos uma sociedade segregada socialmente. Em outras palavras, não é apenas o fato de frequentarmos escolas diferentes, é o fato de nunca nos casarmos, nunca sermos amigos, nunca morarmos no mesmo prédio. Nossas trajetórias são fragmentadas», disse María José Álvarez, professora de Sociologia da Universidad de los Andes, resumindo muito bem o que encontramos nos cartazes. Ao questionar de onde vem essa fragmentação, Mauricio García Villegas nos disse que (para variar) ela se origina de um grande desacordo entre conservadores e liberais. Ambos os partidos não conseguiram estabelecer um sistema de educação pública porque não aceitaram as posições um do outro sobre quem deveria ser responsável pela educação: o Estado ou a Igreja. 

Acesse o conteúdo do especial:

Segundo workshop do TREES Research Grant Fund na Universidade dos Andes

Já realizamos os dois primeiros workshops para fortalecer a comunidade de pesquisa do TREES. Esses dois encontros reuniram pesquisadores que receberam apoio financeiro por meio das chamadas Grant Fund I e II. Os pesquisadores se reuniram para compartilhar ideias, receber feedback e enriquecer seu trabalho.

Assista ao resumo em vídeo do primeiro workshop do Grant Fund:

Em 7 de maio de 2025, pesquisadores do Grant Fund II estiveram na Universidad de los Andes com um objetivo comum: ouvir como seus colegas estão estudando as desigualdades a partir de múltiplas perspectivas e contextos disciplinares. A reunião serviu para compartilhar o progresso, discutir questões e fortalecer uma comunidade acadêmica comprometida com a compreensão das desigualdades no sul global.

Durante o evento, os pesquisadores apresentaram seus projetos em andamento e receberam feedback. A discussão de ideias em um estágio inicial permite que eles aprimorem as abordagens e fortaleçam as estruturas analíticas. “Gostei muito da perspectiva comparativa. Por exemplo, um dos professores sugeriu que analisássemos o classismo versus casta na Índia, algo em que não havíamos pensado”, disse Natalia Amaya, pesquisadora da Fundación Prolongar.

Os participantes discutiram o papel do Estado na distribuição de terras, a reconstrução do lugar da mulher na história econômica, a dinâmica da informalidade do trabalho, os limites da mobilidade social, as múltiplas dimensões culturais da desigualdade e os desafios da aplicação de modelos do norte global na América Latina.

O workshop também foi uma oportunidade para fortalecer a cooperação entre pesquisadores de diferentes disciplinas. Essa abordagem visa ampliar as estruturas teóricas sobre a desigualdade e gerar evidências úteis para políticas públicas e iniciativas dos cidadãos. “Queremos analisar a desigualdade não apenas a partir de sua dimensão estritamente econômica. Isso produziu uma combinação muito rica de perspectivas sobre suas causas e consequências”, explica Leopoldo Fergusson, líder de pesquisa da TREES.

Com algumas dessas pesquisas já publicadas, confira-as em nosso repositório de pesquisa, Com o workshop do Grant Fund III em andamento, confirmamos nosso compromisso de contribuir com conhecimento rigoroso para construir sociedades mais equitativas.

Assista ao resumo em vídeo do segundo workshop sobre o Grant Fund: